A Sereia

Esta história eu estou criando sob encomenda para um aniversário neste sábado. O tema é Sereia e espero que a Valentina e sua turminha gostem muito.

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Era uma vez uma linda sereia que vivia feliz no fundo do mar, ela gostava de subir na superfície pra cantar e se pentear, mas se sentia muito sozinha, queria alguém para brincar… Um dia ela estava sentada em uma pedra a se pentear quando achou uma bolacha do mar.

-Olá dona Bolacha, vou te levar para casa, você será minha amiga e nós vamos sempre brincar.

A sereia pegou a bolacha e levou-a para casa. Chegando lá colocou-a em uma casinha de boneca perto da janela e foi chamar a sua mãe.

-Mãe, mamãe, adivinha o que eu tenho aqui? Uma  linda bolachinha.

-Uhm! Que delícia! Posso dar uma mordida?
-Não mãe, não é bolacha de comer, é uma bolacha do mar, pra ser minha amiga.

Mas quando a sereia explicou já era tarde. É que a bolacha, ouvindo a mãe da sereia falar em dar uma mordida, pulou a janela e saiu rolando na maior corrida.

-Pare bolachinha, você será a minha amiga.

-O quê? Pra você me dar uma mordida? Sai pra lá sua fedida! “Ninguém vai me segurar, tralalalalalalá, não sei correr, não sei pular, mas rapidinho eu sei rodar.”

E a bolacha do mar saiu rolando e atrás dela vinha a pequena sereia, e atrás dela a mamãe sereia. A bolacha passou rodando pelo Sr Tritão que estava no portão. E a sereia gritou:

-Papai, papai! Pegue essa bolacha!

E o tritão, pensando que era uma bolacha de comer já se pôs a gritar e a correr:

-Vem aqui bolacha danada, deixa eu dar uma dentada!

-O quê? Quer me dar uma dentada? Sai pra lá seu goiaba!”Ninguém vai me segurar, tralalalalalalá, não sei correr, não sei pular, mas rapidinho eu sei rodar.”

E lá se foi a bolacha do mar a rodar, e atrás dela vinha o senhor Tritão e atrás dele a pequena sereia, e atrás dela a mamãe sereia.  A bolacha do mar passou pelo peixe-palhaço rolando sem parar. E a sereia gritou:

-Peixe-palhaço pegue a bolacha pra mim?

-Uma bolacha?- disse o peixe-palhaço- Vem cá pra eu comer um pedaço!

-O quê? Comer um pedaço? Sai pra lá seu bagaço! “Ninguém vai me segurar, tralalalalalalá, não sei correr, não sei pular, mas rapidinho eu sei rodar.”

E lá se foi a bolacha do mar a rodar, e atrás dela vinha o peixe palhaço, e atras dele o senhor Tritão e atrás dele a pequena sereia, e atrás dela a mamãe sereia. E a bolacha passou por uma água-viva e a sereia gritou:

-Dona água-viva, pegue a minha bolachinha…

-Bolachinha venha cá- disse a Dona água-viva- deixe eu dar uma lambidinha!

-O quê? Uma lambidinha? Sai pra lá sua fuinha! “Ninguém vai me segurar, tralalalalalalá, não sei correr, não sei pular, mas rapidinho eu sei rodar.”

E lá se foi a bolacha do mar a rodar, e atrás dela vinha a água-viva e atrás dela o peixe palhaço, depois o senhor Tritão e atrás dele a pequena sereia, e por último a mamãe sereia. E a bolacha, sempre correndo, passou por um caranguejo. E a sereia gritou:

-Seu caranguejo, pegue a minha bolacha.

-Bolacha venha cá- disse o seu caranguejo – deixa eu te provar com queijo!

-O quê? Quer me comer com queijo? Sai pra lá seu percevejo! “Ninguém vai me segurar, tralalalalalalá, não sei correr, não sei pular, mas rapidinho eu sei rodar.”

E lá se foi a bolacha do mar a rodar, e atrás dela vinha o caranguejo correndo e atrás vinha a água-viva e atrás dela o peixe palhaço, depois o senhor Tritão e atrás dele a pequena sereia, e por último a mamãe sereia.E a bolacha passou por um tubarão. E a sereia gritou:

-Tubarão pegue a minha bolacha.

-Bolacha venha cá- disse o tubarão- não adianta fugir porque eu vou te alcançar.

E o tubarão era mesmo muito rápido e já estava pronto pra em uma dentada comer toda a bolacha quando a pequena sereia mais que depressa pegou a bolacha do mar e pro tubarão morder ela jogou uma pedra. Era um tubarão martelo que tinha a cabeça tão chata que nem percebeu a diferença entre a pedra e a bolacha.

E a bolacha do mar ao ser salva pela pequena sereia finalmente percebeu que a sereia não queria comê-la e sim ser sua amiga, e as duas foram ótimas amigas, felizes por toda vida.

FIM

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