A Linda Rosa Juvenil

Esta é uma clássica história rítmica de roda que as crianças adoram tanto escutar quanto representar. Ela deve ser cantada diversas vezes até que todas as crianças tenha participado ao menos uma vez da encenação como um dos personagens principais. Para a representação eu uso uma coroa de princesa para a rosa juvenil, uma coroa de rei para o rei e um chapéu de bruxa.

A LINDA ROSA JUVENIL

A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil. A linda Rosa juvenil, juvenil.

Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar. Vivia alegre no seu lar, no seu lar.

Um dia veio a Bruxa má, muito má, muito má. Um dia veio a Bruxa má, muito má.

E enfeitiçou a Rosa assim, bem assim, bem assim.  E enfeitiçou a Rosa assim, bem assim.

-Não há de acordar jamais, nunca mais, nunca mais. Não há de acordar jamais, nunca mais.

O tempo passou a correr, a correr, a correr. O tempo passou a correr, a correr.

O mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor. O mato cresceu ao redor, ao redor.

Um dia veio um lindo Rei. Lindo Rei, lindo Rei. Um dia veio um lindo Rei. Lindo Rei.

E despertou a Rosa assim, bem assim, bem assim. E despertou a Rosa assim, bem assim.

Batamos palma para o Rei, para o Rei, para o Rei. Batamos palamas para o Rei, para o Rei!!!

Fim

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O menino e a viola

Essa história foi adaptada de um LP muito antigo chamado Canções de Ninar que eu ouvia quando era criança, na história original tudo começa com uma folha de coca e era assim que eu contava a história. Até que um dia ouvi uma contadora que muito admiro, a Adriana do Malasartes, contando essa história usando a paçoca no lugar da folha de coca, o que facilitou muito o entendimento das crianças e evitou perguntas embaraçosas. Desde então quando conto este conto para crianças pequenas uso eu também a paçoca, deixando a folha de coca apenas para contar a história para crianças maiores como uma introdução para um bate papo sobre a cultura da América espanhola da qual faz parte o costume de mascar folhas de coca…

No conto original o menino começa tropeçando em uma folha de coca no meio do mato, leva a folha pra avó e vai brincar, depois sente fome, pensa na folha de coca e entra em casa cantando a música que é: “Minha vó me dê minha coca, torta ricota que o mato me deu”

O MENINO E A VIOLA

Era uma vez uma velha cozinheira que juntou em um pilão um pouco de amendoim torrado, açúcar mascavo e farinha caipira, moeu tudo bem moído e fez uma deliciosa paçoca. Quando estava pronta ela comeu um bocado e guardou outro pra seu neto.

Quando o menino chegou da escola a avó lhe ofereceu a paçoca, mas ele nem deu bola, foi correndo pro quintal jogar bola. Mais tarde o menino sentiu fome, lembrou da paçoca e entrou em casa cantando:

“Minha vó me dê minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que a velha já havia comido toda a paçoca, deu então ao menino um pouco de angu que sobrara do almoço. Contrariado o menino tacou o angu na parede e seguiu o seu caminho. Mas logo adiante lembrou que tinha fome e voltou cantando:

“Parede me dê meu angu, angu que minha avó me deu. Minha avó comeu minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que a parede já havia comido todo o angu, deu então ao menino um pedaço de sabão. Contrariado o menino guardou o sabão no bolso e seguiu o seu caminho.

Logo o menino chegou em um rio e encontrou uma lavadeira que lava suas roupas apenas com pedras e areia. Apiedado o menino deu-lhe o sabão e seguiu o seu caminho. Mas logo adiante o menino percebeu que estava sujo, fedido. Resolveu tomar um banho, lembrou do pedaço de sabão e voltou cantando:

“Lavadeira me dê meu sabão, sabão que a parede me deu. Parede comeu meu angu, angu que minha avó me deu. Minha avó comeu minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que a lavadeira havia gastado todo o sabão lavando um grande lençol. Deu então ao menino uma navalha. O menino guardou a navalha no bolso e seguiu o seu caminho contrariado.

Logo o menino chegou na praia e encontrou um cesteiro que cortava a palha nos dentes pra fazer suas cestas. Apiedado o menino deu-lhe a navalha e seguiu o seu caminho.

Mais adiante o menino passou por uma vitrine, viu o seu reflexo e notou que sua barba já estava começando a crescer. Resolveu barbear-se, lembrou da navalha e voltou cantando:

“Cesteiro me dê minha navalha, navalha que a lavadeira me deu. Lavadeira gastou meu sabão, sabão que a parede me deu. Parede comeu meu angu, angu que minha avó me deu. Minha avó comeu minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que o cesteiro havia quebrado a navalha cortando uma palha mais dura, Deu então ao menino o último cesto que havia feito. Contrariado o menino seguiu seu caminho levando o cesto na cabeça. Mais adiante encontrou um padeiro que servia seus pães direto no balcão. Apiedado o menino deu-lhe o cesto. Mas como sempre se arrependia de tudo, arrepende-se de ter dado o cesto ao padeiro e voltou cantando:

“Padeiro me dê meu cesto, cesto que o cesteiro me deu. Cesteiro quebrou minha navalha, navalha que a lavadeira me deu. Lavadeira gastou meu sabão, sabão que a parede me deu. Parede comeu meu angu, angu que minha avó me deu. Minha avó comeu minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que o padeiro havia vendido a cesta junto com uma grande encomenda de pães, deu então ao menino o último pão da fornada.

Contrariado o menino seguiu o seu caminho, mas logo na primeira esquina encontrou uma mulher que tomava café puro, sem nada para comer. Apiedado o menino deu-lhe o pão e seguiu o seu caminho. Mas logo lembrou que tinha fome desde o começo da história, pensou no pão e voltou cantando:

“Moça me dê meu pão, pão que o padeiro me deu. Padeiro vendeu meu cesto, cesto que o cesteiro me deu. Cesteiro quebrou minha navalha, navalha que a lavadeira me deu. Lavadeira gastou meu sabão, sabão que a parede me deu. Parede comeu meu angu, angu que minha avó me deu. Minha avó comeu minha paçoca, paçoca, soca, soca que o pilão moeu”

Acontece que a moça já havia comido todo o pão, não sobrara nem uma migalha. Ela deu-lhe então uma viola, que era tudo o que tinha pra dar.

O menino sentiu-se satisfeito pela primeira vez na vida, pegou a viola, subiu no alto de uma árvore e pôs-se tocar e a cantar:

“De paçoca fiz angu, de angu fiz sabão, do sabão fiz uma navalha, de uma navalha fiz um cesto, de um cesto fiz um pão, de um pão fiz uma viola. Dinguiriding e eu vou pra Angola, dinguiriding acabou-se a história. Dinguiriding e acabou-se a história, dinguiriding que eu vou pra Angola.”

FIM

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O Duende Mais Querido -História rítmica de Natal

Esta é uma história rítmica que eu estou criando para a entrada desta época de Natal. Ainda é uma planta nova neste meu jardim, futuramente volto para podar ou adubar, conforme precisar. Mas com a correria deste fim de ano, não estranhem se eu só voltar em novembro do ano que vem…

O DUENDE MAIS QUERIDO – Taina Andere

Um duende eu estou vendo em seu lugar a trabalhar, o que será que está fazendo, quem consegue adivinhar?

Será que é um duende de jardim? Será que está trazendo lindas flores para mim?

Ele trás enxada ou ancinho? Ele está carregando terra em um carrinho?

Não trás enxada e nem ancinho. E não carrega nem terra, nem carrinho.

Então não é duende de jardim, que será enfim?

Será que é um duende das cavernas que trabalha com lindas pedras?

Trás ele picareta nas costas ou carrega pedras preciosas? Está a fabricar as mais lindas jóias?

Ele não trás picareta, nemas valiosas pedras preciosas. Nem fabrica jóias.

Se ele não é um duende das pedras, então quais são suas tarefas?

Será este o duende do pote de ouro que vive no fim do arco-íris guardando esse tesouro?

Ou é um duende da floresta que vive nos cogumelos ou sob as pedras?

Será um daqueles duendes atrevidos que gostam de pregar peças ou atender pedidos?

Não, este duende é daqueles que carrega e fabrica presentes. De todos os duendes estou vendo justamente o duende mais legal, que ajuda o Papai Noel o ano inteiro preparando tudo para fazer das noites de Natal um momento esperado, único e especial.

FIM

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